A Alice, plano de saúde para empresas que tem por missão tornar o mundo mais saudável, chegou a 100 mil membros em todo o país em julho de 2026 e foi a operadora que mais cresceu, em termos percentuais, entre as principais de São Paulo, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. Entre janeiro e maio de 2026, sua base avançou 19%, contra 1,4% do conjunto do mercado no período, ficando 12 pontos percentuais à frente da segunda colocada. Num setor em que o crescimento rápido costuma vir acompanhado de mais cancelamentos e reajustes maiores, a Alice acelerou reduzindo os dois, mostrando que é possível entregar mais saúde sem repassar a conta para o cliente.
O ritmo se manteve no primeiro semestre: foram 31 mil novos membros líquidos entre janeiro e junho, base 58% maior que a de um ano antes, e o avanço se refletiu no resultado: a Alice encerrou junho com receita recorrente anual (ARR) de R$ 1,1 bilhão. A operadora chegou a esse patamar com reajuste de 11,20% em 2026, mantendo, pelo quinto ano consecutivo, um dos mais baixos e previsíveis do setor, com retenção de 98% dos contratos. "A gente cresce porque junta duas coisas que o mercado costuma tratar separado: um produto que o cliente ama e o corretor como parceiro. Empresa satisfeita não troca de plano e ainda indica outras, e o corretor que apresentou a Alice colhe esse reconhecimento. É essa combinação que sustenta um crescimento como esse", afirma Pedro Rodrigues, CRO da Alice.
O crescimento tem um motor claro. Mais de 80% da base são pequenas e médias empresas, segmento que responde por mais de 90% das novas vendas. São companhias que, em geral, nunca tiveram acesso a um plano com médico de família e cuidado coordenado, modelo que a Alice oferece a empresas de todos os portes, além de uma rede credenciada ampla e de qualidade. Boa parte dessas vendas passa pelos corretores e é aí que a operadora diz ter criado um efeito pouco comum no mercado.
"Corretor não escolhe parceria só por comissão, escolhe quem simplifica o trabalho dele com processo sem burocracia, bom suporte e um produto que o cliente indica", explica Rodrigues. "Quando a empresa compra e vê o produto funcionando, ela recomenda o corretor que a apresentou. Vira um ciclo de novas indicações e ele só existe porque o cliente fica satisfeito de verdade".
A previsibilidade do reajuste é outro pilar dessa relação. "Manter o reajuste estável ano após ano mesmo crescendo neste ritmo é o que faz o cliente ficar e o corretor voltar", complementa o CRO.
Boa parte da satisfação vem da tecnologia por trás do atendimento. A Alice desenvolveu o próprio prontuário eletrônico, que integra toda a jornada do membro, do especialista ao exame, e é acessível em tempo real a qualquer profissional envolvido no cuidado.
É sobre essa base que a operadora aplica camadas de inteligência artificial: no pronto atendimento digital, disponível 24 horas, uma triagem por IA direciona o membro ao caminho de atendimento mais adequado; no prontuário, ferramentas resumem o histórico e respondem em segundos a perguntas dos médicos, hoje usadas por mais de um terço dos profissionais. Por rodarem dentro de um prontuário próprio e sobre o histórico clínico dos membros, são ferramentas difíceis de replicar.
No centro do modelo está um tipo de cuidado que vai além de cobrir consultas e exames. Cada membro tem um médico de família que acompanha sua saúde de forma contínua e coordena cada etapa do cuidado ao longo do tempo. É um acompanhamento ativo e personalizado, que aparece nos indicadores: mais de 80% dos membros consideram a própria saúde boa ou excelente e a operadora controla melhor condições crônicas como hipertensão e diabetes do que a média nacional. "O nosso diferencial é o tipo de cuidado que a gente entrega: um acompanhamento próximo e contínuo, com alguém responsável pela saúde de cada pessoa ao longo do tempo", afirma Rodrigues. "Cada membro recebe a mesma atenção, porque, para a Alice, quem está no centro é sempre a pessoa".
É essa combinação de produto diferenciado e ritmo acelerado que a Alice quer levar adiante. A meta é alcançar 160 mil membros até o fim de 2027. "O que nos move não é quantas pessoas atendemos, é como atendemos cada uma. Cuidar de saúde de verdade com alguém responsável por você de ponta a ponta é o que o setor deveria ter como padrão e é o que a gente vai seguir comprometido a entregar a cada novo membro que chegar", conclui Rodrigues.
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