
A personalização tem deixado de ser apenas uma vantagem competitiva e se consolidado como um pilar estratégico no mercado de vendas. Com o avanço das tecnologias e o acesso cada vez maior a dados, empresas têm investido em abordagens mais precisas e segmentadas, utilizando microdados e microcomunidades para entender melhor seus públicos e maximizar conversões.
Segundo a consultoria McKinsey, 40% dos entrevistados afirmam que suas organizações aumentarão os investimentos em inteligência artificial (IA), motivadas pelos avanços da inteligência artificial generativa (GenAI), tendência que acompanha a reformulação do relacionamento entre marcas e consumidores. Ainda segundo o estudo, em 2023, um terço das organizações globais já utilizavam IA generativa em pelo menos uma função de negócio, sendo o setor de vendas um dos mais impactados. A tecnologia tem sido aplicada na personalização de campanhas, identificação de leads e automação de tarefas repetitivas.
IA como ferramenta estratégica
Na mesma direção, estudos apontam que uma parcela significativa dos líderes empresariais espera impactos relevantes da IA generativa sobre suas estratégias de vendas e marketing em 2024.
O uso de dados e IA está diretamente ligado à eficiência operacional. De acordo com a Austral, empresas que adotam automação de vendas relatam aumento de até 14,5% na produtividade e redução de 12,2% nos custos operacionais.
Nesse cenário, a Redrive, plataforma brasileira de automação de vendas, conseguiu aumentar a taxa de resposta em 107% no WhatsApp ao oferecer uma tecnologia que permite a captura de leads em escala ilimitada e de forma segmentada, com base em dados de comportamento, localização e interações digitais.
"A inteligência artificial permite que as empresas entendam melhor o comportamento de seus consumidores, criando abordagens mais assertivas e que realmente conectem as marcas aos seus públicos", afirma Daniel Reginatto, CEO da Redrive.
Lucros e responsabilidade com os dados
Segundo levantamento da Bain & Company, o mercado de produtos e serviços de IA deve atingir US$ 990 bilhões até 2027, impulsionado principalmente pela aplicação estratégica dessas tecnologias em áreas como vendas, atendimento e análise de dados.
O respeito à privacidade também se torna prioridade. Reginatto reforça que “as ferramentas digitais precisam ser aliadas da conformidade com a legislação. Na Redrive, priorizamos processos que garantem a conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o que não apenas protege os dados dos consumidores, mas também fortalece a confiança entre marcas e clientes”.
Para os próximos anos, a expectativa é que a evolução digital continue a remodelar as estratégias comerciais. Segundo Daniel, “empresas que souberem unir tecnologia, dados e humanização para criar experiências de consumo mais eficientes e significativas serão favorecidas”.
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